quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
MANAÉM
Filho de Gadi, que assassinou o usurpador Sal um, e se apoderou do trono vago de Israel II reis 15:14-22. A tomada da cidade de Tirza pelo rei idolatra Manaém foi assinalada por atos de terrível crueldade. O mais notável acontecimento do seu reinado foi o primeiro aparecimento duma força hostil de Assírios na fronteira nordeste de Israel. Nesta ocasião, contudo, foram libertados os israelitas.
SALUM
Filho de Jabes, matou Zacarias, o 14 º rei de Israel, e usurpou o seu trono. Depois de ter reinado um mês, foi ele próprio assassinado em Samaria por Manaém, 770 a.c II reis 15;10-15.
ZACARIAS
Rei de Israel, o último da casa de Jeú, que reinou somente seis meses. Foi morto numa conspiração, de que Sal um era chefe. Ele sustentou as praticas idolatras da nação II reis 14:29, 15;8-11.
JEROBOÃO II
Filho de Joás, rei de Israel, e o quarto da dinastia de Jeú. Reinou pelo tempo de quarenta anos; embora ele favorecesse as praticas idolatras do filho de Nebate, Deus, contudo, o prosperou tanto que o seu reinado foi uma restauração do reino das dez tribos, o qual se levantou da decadência, em que estava, a um alto grau de extraordinário esplender. Foi durante o seu reinado que viveram e ensinaram os profetas Amos, Oseias e Jonas. Os fatos da vida de Jeroboão II encontraram-se narrados em II reis 14:23-29, e nos escritos de Oseias e Amos. Ele foi, talvez, esse salvador prometido no reinado de Joacaz, pois pela sua ação saíram os israelitas de sob as mãos dos Sírios II reis 13:26-27. Continuou ainda a combater o inimigo, chegando a tomar a sus capital, a cidade de Damasco II reis 14;28; Amos 1:3-5. E de conquista em conquista recuperou todo o domínio de salomão, todavia, a antiga moralidade de dos israelitas e o puro culto de Deus não foram restaurados predominava o vicio e a opressão, e era manchado pela idolatria o culto do Senhor Oseias 4:12-14, 13;6.
JOÁS REI DE ISRAEL
Rei de Israel, era filho de Joacaz, a quem sucedeu, e foi pai de Jeroboão II II reis 14:1. Em consequência de uma visita que Joás fez a Eliseu, já moribundo, prometeu-lhe o profeta que ele havia de alcançar três vitórias na luta com seus inimigos II reis 13:14-19. Por três vezes derrotou Hadade, reconquistando algumas cidades que os Sírios tinham tomado. Saiu, também, vitorioso numa guerra que teve com Amazias, rei de Judá II cronicas 25:17-24. A causa desta guerra foi extraordinária. Ele tinha tomado a soldo por 100 talentos de prata um exército de guerreiros de Israel, com o fim de tomarem parte numa expedição contra Edom. Mas sendo persuadido a ir ao combate sem esses homens, mando-os embora. Ficaram as tropas mercenárias enfurecidas com este procedimento, e, no caminho para as terras de Israel, saquearam um certo número de cidades de Judá. Amazias, para vingar-se da afronta, declarou guerra a Joás. Este rei derrotou Amazias em Bete Emes, derribou o muro de Jerusalém, e saqueou a cidade e o templo, levando para o seu país alguns dos seus habitantes, como reféns, ele morreu em Samaria II cronicas 25:21-24.
JOACAZ REI DE ISRAEL
Filho de Jeú, e rei de Israel por dezessete anos II reis 13:1-9. Durante o seu reinado esteve ele, em parte, sujeito a Hazael, rei da Síria, que o obrigou a reduzir as suas forças militares e a pagar tributo. Embora Joacaz tivesse seguido e apoiado a maligna idolatria de Jeroboão, era, contudo, tão triste e aflitiva a sua situação e a do país que ele, por fim, suplicou ao Senhor que o ajudasse. O libertador mandado, II reis 14:25. Ada de Irari III, da Assíria, que bloqueou Damasco cerca do ano 803 a.c.
JEÚ
Filho de Josafá e neto de Nim si Foi com ele que principiou a quinta dinastia dos reis de Israel, a qual teve maior duração que outra qualquer casa real daquele país II reis 10:30-31. As principais características de Jeú foram discrição, rapidez da ação e crueldade. Ele era inda jovem quando Deus mandou a Elias que o ungisse como rei de Israel I reis 19:16. Por qualquer razão não efetuou Elias o mandato, que passou para Eliseu, realizando este profeta a cerimônia da unção por procuração e em segredo II reis 9:1-6. Nesta ocasião era Jeú capitão daquela força que cercava Ramo-te Gileadita, tendo ali sido deixado por Jorão, que se tinha retirado para Jezreel, a fim de se curado de uma ferida. Havendo conhecimento de tudo isto, foi ele aclamado rei pelos oficiais, que lhe proporcionaram aquelas honras que o tempo e o lugar permitiam II reis 9:2-15. Procurou Jeú evitar que as noticias da insurreição chegassem aos ouvidos de Jorão, e então partiu logo para Jezreel, e ali matou o rei de Israel e provocou a fuga do rei de Judá e a morte de Jezabel II reis 9:24-37. Não se deteve Jeú neste feito, mas continuou a mortandade ate que a casa de Acabe foi exterminada II reis 10:1-14. Foi durante a marcha para Samaria que Jeú encontrou Jonadabe, o recabita, conseguindo dele o seu auxilio na matança, dos adoradores de baal, dentro do respectivo templo edificado por Acabe I reis 16:32, II reis 10:23-24. Foi despedaçada a estatua de baal, o templo foi arrasado, e daquele sitio fizeram um lugar para uso vis, todavia, embora Jeú tivesse sido o instrumento nas mãos de Deus para afligir o devido castigo a casa de Acabe, e na sagrada escritura acusado de não abandonar inteiramente os pecados de Jeroboão, que fez pecar Israel, prestando culto aos bezerros de ouro II reis 10;29-31. Ele parece ter sido movido mais pelo espirito de ambição do que pelo temor de Deus, não sendo, na verdade, o desejo de restaurar a pureza do culto do Senhor o que o impelia nos seus atos. Durante os seguintes vinte e sete anos de seu reinado não há conhecimento de qualquer fato de Jeú que não seja o de manter o culto do bezerro, que Jeroboão tinha instituído. Foi sepultado em Samaria, sucedendo-lhe seu filho Joacaz.
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